DEUS É O CRIADOR...JESUS CRISTO É A PAZ ETERNA
TROVADOR – BRASILEIRO – RODOLFO COELHO CAVALCANTE Bahia, 08/10/1986. Rodolfo Coelho Cavalcante O amigo de todo instante Partiu para eternidade, Deixando muita saudade. Como grande Trovador Brasileiro Sempre foi hospitaleiro Para com os seus confrades Demonstrando assim uma grande amizade. Fique certo de que o seu nome Nunca será esquecido, Quer seja nas academias Ou nos livros de poesias.
ALÉM DO SOL...A ÁGUIA...SHALOM...A PAZ...PEACE
JESUS CRISTO É A PAZ ETERNA
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
quarta-feira, 14 de março de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL
Deus é poderoso. Fiel e verdadeiro.
Ele é meu grande amigo, meu protetor
O tempo inteiro.
A Jesus Cristo, Seu Filho Amado,
Uma grande missão confiou.
Em nenhum momento
Julgou-se melhor, superior ou mais importante.
Entretanto o mundo o julgou e condenou a morte.
Fato que se repete a cada instante.
Uma lição que o mundo ainda não conseguiu
Amar verdadeiramente a sua imagem e semelhança,
A imagem de Seu Criador...DEUS.
Feliz Natal...Com a Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Ele é meu grande amigo, meu protetor
O tempo inteiro.
A Jesus Cristo, Seu Filho Amado,
Uma grande missão confiou.
Em nenhum momento
Julgou-se melhor, superior ou mais importante.
Entretanto o mundo o julgou e condenou a morte.
Fato que se repete a cada instante.
Uma lição que o mundo ainda não conseguiu
Amar verdadeiramente a sua imagem e semelhança,
A imagem de Seu Criador...DEUS.
Feliz Natal...Com a Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
sábado, 19 de novembro de 2011
RODA DOS ESCARNECEDORES...CONSELHO DOS ÍMPIOS...
Salmos 1
1Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;
2antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.
3Pois será como a árvore plantada junto as correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
4Não são assim os ímpios, mas são semelhantes ã moinha que o vento espalha.
5Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos;
6porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz ã ruína.
1Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;
2antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.
3Pois será como a árvore plantada junto as correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
4Não são assim os ímpios, mas são semelhantes ã moinha que o vento espalha.
5Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos;
6porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz ã ruína.
INIQÜIDADE...INDIGNAÇÃO...FALSIDADE...
Salmos 90
1Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.
2Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.
3Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!
4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.
5Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;
6de manhã cresce e floresce; ã tarde corta-se e seca.
7Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.
8Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, ã luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.
9Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.
10A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.
11Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
12Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.
13Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.
14Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.
16Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.
17Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.
1Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.
2Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.
3Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!
4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.
5Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;
6de manhã cresce e floresce; ã tarde corta-se e seca.
7Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.
8Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, ã luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.
9Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.
10A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.
11Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
12Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.
13Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.
14Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.
16Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.
17Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.
DIFAMAÇÃO...INJÚRIA...CALÚNIA...MENTIRA..FOFOCA...
Salmos 89
1Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade.
2Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
3Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:
4Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.
5Os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade na assembléia dos santos.
6Pois quem no firmamento se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus é semelhante ao Senhor,
7um Deus sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?
8Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?
9Tu dominas o ímpio do mar; quando as suas ondas se levantam tu as fazes aquietar.
10Tu abateste a Raabe como se fora ferida de morte; com o teu braço poderoso espalhaste os teus inimigos.
11São teus os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12O norte e o sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.
13Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e elevado a tua destra.
14Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti.
15Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,
16que se regozija em teu nome todo o dia, e na tua justiça é exaltado.
17Pois tu és a glória da sua força; e pelo teu favor será exaltado o nosso poder.
18Porque o Senhor é o nosso escudo, e o Santo de Israel é o nosso Rei.
19Naquele tempo falaste em visão ao teu santo, e disseste: Coloquei a coroa num homem poderoso; exaltei um escolhido dentre o povo.
20Achei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21A minha mão será sempre com ele, e o meu braço o fortalecerá.
22O inimigo não o surpreenderá, nem o filho da perversidade o afligirá.
23Eu esmagarei diante dele os seus adversários, e aos que o odeiam abaterei.
24A minha fidelidade, porém, e a minha benignidade estarão com ele, e em meu nome será exaltado o seu poder.
25Porei a sua mão sobre o mar, e a sua destra sobre os rios.
26Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.
27Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.
28Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.
29Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.
30Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nas minhas ordenanças,
31se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos,
32então visitarei com vara a sua transgressão, e com açoites a sua iniqüidade.
33Mas não lhe retirarei totalmente a minha benignidade, nem faltarei com a minha fidelidade.
34Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.
35Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
36A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;
37será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.
38Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.
39Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.
40Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.
41Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.
42Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem.
43Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja;
44fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono;
45abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha.
46Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?
47Lembra-te de quão breves são os meus dias; de quão efêmeros criaste todos os filhos dos homens!
48Que homem há que viva e não veja a morte? ou que se livre do poder do Seol?
49Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades, que juraste a Davi na tua fidelidade?
50Lembre-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; e de como trago no meu peito os insultos de todos os povos poderosos,
51com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado, com que têm difamado os passos do teu ungido.
52Bendito seja o Senhor para sempre.
1Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade.
2Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
3Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:
4Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.
5Os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade na assembléia dos santos.
6Pois quem no firmamento se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus é semelhante ao Senhor,
7um Deus sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?
8Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?
9Tu dominas o ímpio do mar; quando as suas ondas se levantam tu as fazes aquietar.
10Tu abateste a Raabe como se fora ferida de morte; com o teu braço poderoso espalhaste os teus inimigos.
11São teus os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12O norte e o sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.
13Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e elevado a tua destra.
14Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti.
15Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,
16que se regozija em teu nome todo o dia, e na tua justiça é exaltado.
17Pois tu és a glória da sua força; e pelo teu favor será exaltado o nosso poder.
18Porque o Senhor é o nosso escudo, e o Santo de Israel é o nosso Rei.
19Naquele tempo falaste em visão ao teu santo, e disseste: Coloquei a coroa num homem poderoso; exaltei um escolhido dentre o povo.
20Achei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21A minha mão será sempre com ele, e o meu braço o fortalecerá.
22O inimigo não o surpreenderá, nem o filho da perversidade o afligirá.
23Eu esmagarei diante dele os seus adversários, e aos que o odeiam abaterei.
24A minha fidelidade, porém, e a minha benignidade estarão com ele, e em meu nome será exaltado o seu poder.
25Porei a sua mão sobre o mar, e a sua destra sobre os rios.
26Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.
27Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.
28Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.
29Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.
30Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nas minhas ordenanças,
31se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos,
32então visitarei com vara a sua transgressão, e com açoites a sua iniqüidade.
33Mas não lhe retirarei totalmente a minha benignidade, nem faltarei com a minha fidelidade.
34Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.
35Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
36A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;
37será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.
38Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.
39Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.
40Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.
41Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.
42Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem.
43Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja;
44fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono;
45abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha.
46Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?
47Lembra-te de quão breves são os meus dias; de quão efêmeros criaste todos os filhos dos homens!
48Que homem há que viva e não veja a morte? ou que se livre do poder do Seol?
49Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades, que juraste a Davi na tua fidelidade?
50Lembre-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; e de como trago no meu peito os insultos de todos os povos poderosos,
51com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado, com que têm difamado os passos do teu ungido.
52Bendito seja o Senhor para sempre.
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