Salmos 1
1Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;
2antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.
3Pois será como a árvore plantada junto as correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
4Não são assim os ímpios, mas são semelhantes ã moinha que o vento espalha.
5Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos;
6porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz ã ruína.
TROVADOR – BRASILEIRO – RODOLFO COELHO CAVALCANTE Bahia, 08/10/1986. Rodolfo Coelho Cavalcante O amigo de todo instante Partiu para eternidade, Deixando muita saudade. Como grande Trovador Brasileiro Sempre foi hospitaleiro Para com os seus confrades Demonstrando assim uma grande amizade. Fique certo de que o seu nome Nunca será esquecido, Quer seja nas academias Ou nos livros de poesias.
ALÉM DO SOL...A ÁGUIA...SHALOM...A PAZ...PEACE
JESUS CRISTO É A PAZ ETERNA
sábado, 19 de novembro de 2011
INIQÜIDADE...INDIGNAÇÃO...FALSIDADE...
Salmos 90
1Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.
2Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.
3Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!
4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.
5Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;
6de manhã cresce e floresce; ã tarde corta-se e seca.
7Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.
8Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, ã luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.
9Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.
10A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.
11Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
12Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.
13Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.
14Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.
16Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.
17Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.
1Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.
2Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.
3Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!
4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.
5Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;
6de manhã cresce e floresce; ã tarde corta-se e seca.
7Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.
8Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, ã luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.
9Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.
10A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.
11Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
12Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.
13Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.
14Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.
15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.
16Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.
17Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.
DIFAMAÇÃO...INJÚRIA...CALÚNIA...MENTIRA..FOFOCA...
Salmos 89
1Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade.
2Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
3Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:
4Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.
5Os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade na assembléia dos santos.
6Pois quem no firmamento se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus é semelhante ao Senhor,
7um Deus sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?
8Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?
9Tu dominas o ímpio do mar; quando as suas ondas se levantam tu as fazes aquietar.
10Tu abateste a Raabe como se fora ferida de morte; com o teu braço poderoso espalhaste os teus inimigos.
11São teus os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12O norte e o sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.
13Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e elevado a tua destra.
14Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti.
15Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,
16que se regozija em teu nome todo o dia, e na tua justiça é exaltado.
17Pois tu és a glória da sua força; e pelo teu favor será exaltado o nosso poder.
18Porque o Senhor é o nosso escudo, e o Santo de Israel é o nosso Rei.
19Naquele tempo falaste em visão ao teu santo, e disseste: Coloquei a coroa num homem poderoso; exaltei um escolhido dentre o povo.
20Achei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21A minha mão será sempre com ele, e o meu braço o fortalecerá.
22O inimigo não o surpreenderá, nem o filho da perversidade o afligirá.
23Eu esmagarei diante dele os seus adversários, e aos que o odeiam abaterei.
24A minha fidelidade, porém, e a minha benignidade estarão com ele, e em meu nome será exaltado o seu poder.
25Porei a sua mão sobre o mar, e a sua destra sobre os rios.
26Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.
27Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.
28Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.
29Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.
30Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nas minhas ordenanças,
31se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos,
32então visitarei com vara a sua transgressão, e com açoites a sua iniqüidade.
33Mas não lhe retirarei totalmente a minha benignidade, nem faltarei com a minha fidelidade.
34Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.
35Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
36A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;
37será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.
38Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.
39Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.
40Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.
41Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.
42Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem.
43Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja;
44fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono;
45abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha.
46Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?
47Lembra-te de quão breves são os meus dias; de quão efêmeros criaste todos os filhos dos homens!
48Que homem há que viva e não veja a morte? ou que se livre do poder do Seol?
49Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades, que juraste a Davi na tua fidelidade?
50Lembre-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; e de como trago no meu peito os insultos de todos os povos poderosos,
51com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado, com que têm difamado os passos do teu ungido.
52Bendito seja o Senhor para sempre.
1Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade.
2Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
3Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:
4Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.
5Os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade na assembléia dos santos.
6Pois quem no firmamento se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus é semelhante ao Senhor,
7um Deus sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?
8Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?
9Tu dominas o ímpio do mar; quando as suas ondas se levantam tu as fazes aquietar.
10Tu abateste a Raabe como se fora ferida de morte; com o teu braço poderoso espalhaste os teus inimigos.
11São teus os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12O norte e o sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.
13Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e elevado a tua destra.
14Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti.
15Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,
16que se regozija em teu nome todo o dia, e na tua justiça é exaltado.
17Pois tu és a glória da sua força; e pelo teu favor será exaltado o nosso poder.
18Porque o Senhor é o nosso escudo, e o Santo de Israel é o nosso Rei.
19Naquele tempo falaste em visão ao teu santo, e disseste: Coloquei a coroa num homem poderoso; exaltei um escolhido dentre o povo.
20Achei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21A minha mão será sempre com ele, e o meu braço o fortalecerá.
22O inimigo não o surpreenderá, nem o filho da perversidade o afligirá.
23Eu esmagarei diante dele os seus adversários, e aos que o odeiam abaterei.
24A minha fidelidade, porém, e a minha benignidade estarão com ele, e em meu nome será exaltado o seu poder.
25Porei a sua mão sobre o mar, e a sua destra sobre os rios.
26Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.
27Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.
28Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.
29Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.
30Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nas minhas ordenanças,
31se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos,
32então visitarei com vara a sua transgressão, e com açoites a sua iniqüidade.
33Mas não lhe retirarei totalmente a minha benignidade, nem faltarei com a minha fidelidade.
34Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.
35Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
36A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;
37será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.
38Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.
39Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.
40Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.
41Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.
42Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem.
43Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja;
44fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono;
45abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha.
46Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?
47Lembra-te de quão breves são os meus dias; de quão efêmeros criaste todos os filhos dos homens!
48Que homem há que viva e não veja a morte? ou que se livre do poder do Seol?
49Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades, que juraste a Davi na tua fidelidade?
50Lembre-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; e de como trago no meu peito os insultos de todos os povos poderosos,
51com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado, com que têm difamado os passos do teu ungido.
52Bendito seja o Senhor para sempre.
PESTE PERNICIOSA...LAÇO DO PASSARINHO
Salmos 91
1Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, ã sombra do Todo-Poderoso descansará.
2Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
5Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil ã tua direita; mas tu não serás atingido.
8Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
10nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará ã tua tenda.
11Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
16Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
1Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, ã sombra do Todo-Poderoso descansará.
2Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
3Porque ele te livra do laço do passarinho, e da peste perniciosa.
4Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio; a sua verdade é escudo e broquel.
5Não temerás os terrores da noite, nem a seta que voe de dia,
6nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia.
7Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil ã tua direita; mas tu não serás atingido.
8Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9Porquanto fizeste do Senhor o teu refúgio, e do Altíssimo a tua habitação,
10nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará ã tua tenda.
11Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14Pois que tanto me amou, eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque ele conhece o meu nome.
15Quando ele me invocar, eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o honrarei.
16Com longura de dias fartá-lo-ei, e lhe mostrarei a minha salvação.
JAVÉ
O SENOR JAVÉ É O MEU PASTOR
Salmos 23
1O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
2Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
4Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.
6Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Salmos 23
1O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
2Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
4Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.
6Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
IMPUNIDADE...MUNDO CONTEMPORÂNEO...RIQUEZAS&AMIGOS..FALTA DE PACIÊNCIA...FOME&IGNORÂNCIA...
Provérbios 19
1Melhor é o pobre que anda na sua integridade, do que aquele que é perverso de lábios e tolo.
2Não é bom agir sem refletir; e o que se apressa com seus pés erra o caminho.
3A estultícia do homem perverte o seu caminho, e o seu coração se irrita contra o Senhor.
4As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.
5A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará.
6Muitos procurarão o favor do liberal; e cada um é amigo daquele que dá presentes.
7Todos os irmãos do pobre o aborrecem; quanto mais se afastam dele os seus amigos! persegue-os com súplicas, mas eles já se foram.
8O que adquire a sabedoria é amigo de si mesmo; o que guarda o entendimento prosperará.
9A testemunha falsa não ficará impune, e o que profere mentiras perecerá.
10Ao tolo não convém o luxo; quanto menos ao servo dominar os príncipes!
11A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
12A ira do rei é como o bramido o leão; mas o seu favor é como o orvalho sobre a erva.
13O filho insensato é a calamidade do pai; e as rixas da mulher são uma goteira contínua.
14Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor.
15A preguiça faz cair em profundo sono; e o ocioso padecerá fome.
16Quem guarda o mandamento guarda a sua alma; mas aquele que não faz caso dos seus caminhos morrerá.
17O que se compadece do pobre empresta ao Senhor, que lhe retribuirá o seu benefício.
18Corrige a teu filho enquanto há esperança; mas não te incites a destruí-lo.
19Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
20Ouve o conselho, e recebe a correção, para que sejas sábio nos teus últimos dias.
21Muitos são os planos no coração do homem; mas o desígnio do Senhor, esse prevalecerá.
22O que faz um homem desejável é a sua benignidade; e o pobre é melhor do que o mentiroso.
23O temor do Senhor encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará.
24O preguiçoso esconde a sua mão no prato, e nem ao menos quer levá-la de novo ã boca.
25Fere ao escarnecedor, e o simples aprenderá a prudência; repreende ao que tem entendimento, e ele crescerá na ciencia.
26O que aflige a seu pai, e faz fugir a sua mãe, é filho que envergonha e desonra.
27Cessa, filho meu, de ouvir a instrução, e logo te desviarás das palavras do conhecimento.
28A testemunha vil escarnece da justiça; e a boca dos ímpios engole a iniqüidade.
29A condenação está preparada para os escarnecedores, e os açoites para as costas dos tolos.
1Melhor é o pobre que anda na sua integridade, do que aquele que é perverso de lábios e tolo.
2Não é bom agir sem refletir; e o que se apressa com seus pés erra o caminho.
3A estultícia do homem perverte o seu caminho, e o seu coração se irrita contra o Senhor.
4As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.
5A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará.
6Muitos procurarão o favor do liberal; e cada um é amigo daquele que dá presentes.
7Todos os irmãos do pobre o aborrecem; quanto mais se afastam dele os seus amigos! persegue-os com súplicas, mas eles já se foram.
8O que adquire a sabedoria é amigo de si mesmo; o que guarda o entendimento prosperará.
9A testemunha falsa não ficará impune, e o que profere mentiras perecerá.
10Ao tolo não convém o luxo; quanto menos ao servo dominar os príncipes!
11A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
12A ira do rei é como o bramido o leão; mas o seu favor é como o orvalho sobre a erva.
13O filho insensato é a calamidade do pai; e as rixas da mulher são uma goteira contínua.
14Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor.
15A preguiça faz cair em profundo sono; e o ocioso padecerá fome.
16Quem guarda o mandamento guarda a sua alma; mas aquele que não faz caso dos seus caminhos morrerá.
17O que se compadece do pobre empresta ao Senhor, que lhe retribuirá o seu benefício.
18Corrige a teu filho enquanto há esperança; mas não te incites a destruí-lo.
19Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
20Ouve o conselho, e recebe a correção, para que sejas sábio nos teus últimos dias.
21Muitos são os planos no coração do homem; mas o desígnio do Senhor, esse prevalecerá.
22O que faz um homem desejável é a sua benignidade; e o pobre é melhor do que o mentiroso.
23O temor do Senhor encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará.
24O preguiçoso esconde a sua mão no prato, e nem ao menos quer levá-la de novo ã boca.
25Fere ao escarnecedor, e o simples aprenderá a prudência; repreende ao que tem entendimento, e ele crescerá na ciencia.
26O que aflige a seu pai, e faz fugir a sua mãe, é filho que envergonha e desonra.
27Cessa, filho meu, de ouvir a instrução, e logo te desviarás das palavras do conhecimento.
28A testemunha vil escarnece da justiça; e a boca dos ímpios engole a iniqüidade.
29A condenação está preparada para os escarnecedores, e os açoites para as costas dos tolos.
PEDIDO DE SOCORRO...PETIÇÕES
Salmos 20
1O Senhor te ouça no dia da angústia; o nome do Deus de Jacó te proteja.
2Envie-te socorro do seu santuário, e te sustenha de Sião.
3Lembre-se de todas as tuas ofertas, e aceite os teus holocaustos.
4Conceda-te conforme o desejo do teu coração, e cumpra todo o teu desígnio.
5Nós nos alegraremos pela tua salvação, e em nome do nosso Deus arvoraremos pendões; satisfaça o Senhor todas as tuas petições.
6Agora sei que o Senhor salva o seu ungido; ele lhe responderá lá do seu santo céu, com a força salvadora da sua destra.
7Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.
8Uns encurvam-se e caem, mas nós nos erguemos e ficamos de pé.
9Salva-nos, Senhor; ouça-nos o Rei quando clamarmos.
1O Senhor te ouça no dia da angústia; o nome do Deus de Jacó te proteja.
2Envie-te socorro do seu santuário, e te sustenha de Sião.
3Lembre-se de todas as tuas ofertas, e aceite os teus holocaustos.
4Conceda-te conforme o desejo do teu coração, e cumpra todo o teu desígnio.
5Nós nos alegraremos pela tua salvação, e em nome do nosso Deus arvoraremos pendões; satisfaça o Senhor todas as tuas petições.
6Agora sei que o Senhor salva o seu ungido; ele lhe responderá lá do seu santo céu, com a força salvadora da sua destra.
7Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.
8Uns encurvam-se e caem, mas nós nos erguemos e ficamos de pé.
9Salva-nos, Senhor; ouça-nos o Rei quando clamarmos.
EXTREMIDADE...EXTENSÃO DA TERRA
Salmos 19
1Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
2Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
3Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz.
4Por toda a terra estende-se a sua linha, e as suas palavras até os consfins do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol,
5que é qual noivo que sai do seu tálamo, e se alegra, como um herói, a correr a sua carreira.
6A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até a outra extremidade deles; e nada se esconde ao seu calor.
7A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples.
8Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos.
9O temor do Senhor é limpo, e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e inteiramente justos.
10Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o que goteja dos favos.
11Também por eles o teu servo é advertido; e em os guardar há grande recompensa.
12Quem pode discernir os próprios erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos.
13Também de pecados de presunção guarda o teu servo, para que não se assenhoreiem de mim; então serei perfeito, e ficarei limpo de grande transgressão.
14Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!
1Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
2Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
3Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz.
4Por toda a terra estende-se a sua linha, e as suas palavras até os consfins do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol,
5que é qual noivo que sai do seu tálamo, e se alegra, como um herói, a correr a sua carreira.
6A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até a outra extremidade deles; e nada se esconde ao seu calor.
7A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples.
8Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos.
9O temor do Senhor é limpo, e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e inteiramente justos.
10Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o que goteja dos favos.
11Também por eles o teu servo é advertido; e em os guardar há grande recompensa.
12Quem pode discernir os próprios erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos.
13Também de pecados de presunção guarda o teu servo, para que não se assenhoreiem de mim; então serei perfeito, e ficarei limpo de grande transgressão.
14Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
INVEJA...CALÚNIA..MENTIRA...INDIVIDUALISMO...INTRINGA...FOFOCA...MISÉRIA..FOME...FALTA DE LIMITE...INJUSTIÇA..CIUME...O HOMEM deus...
DEUS É O SENHOR E VERDADEIRO CRIADOR
Salmos 71
1Em ti, Senhor, me refugio; nunca seja eu confundido.
2Na tua justiça socorre-me e livra-me; inclina os teus ouvidos para mim, e salva-me.
3Sê tu para mim uma rocha de refúgio a que sempre me acolha; deste ordem para que eu seja salvo, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
4Livra-me, Deus meu, da mão do ímpio, do poder do homem injusto e cruel,
5Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.
6Em ti me tenho apoiado desde que nasci; tu és aquele que me tiraste das entranhas de minha mãe. O meu louvor será teu constantemente.
7Sou para muitos um assombro, mas tu és o meu refúgio forte.
8A minha boca se enche do teu louvor e da tua glória continuamente.
9Não me enjeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se forem acabando as minhas forças.
10Porque os meus inimigos falam de mim, e os que espreitam a minha vida consultam juntos,
11dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
12Ó Deus, não te alongues de mim; meu Deus, apressa-te em socorrer-me.
13Sejam envergonhados e consumidos os meus adversários; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal.
14Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais.
15A minha boca falará da tua justiça e da tua salvação todo o dia, posto que não conheça a sua grandeza.
16Virei na força do Senhor Deus; farei menção da tua justiça, da tua tão somente.
17Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas.
18Agora, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros.
19A tua justiça, ó Deus, atinge os altos céus; tu tens feito grandes coisas; ó Deus, quem é semelhante a ti?
20Tu, que me fizeste ver muitas e penosas tribulações, de novo me restituirás a vida, e de novo me tirarás dos abismos da terra.
21Aumentarás a minha grandeza, e de novo me consolarás.
22Também eu te louvarei ao som do saltério, pela tua fidelidade, ó meu Deus; cantar-te-ei ao som da harpa, ó Santo de Israel.
23Os meus lábios exultarão quando eu cantar os teus louvores, assim como a minha alma, que tu remiste.
24Também a minha língua falará da tua justiça o dia todo; pois estão envergonhados e confundidos aqueles que procuram o meu mal.
Salmos 71
1Em ti, Senhor, me refugio; nunca seja eu confundido.
2Na tua justiça socorre-me e livra-me; inclina os teus ouvidos para mim, e salva-me.
3Sê tu para mim uma rocha de refúgio a que sempre me acolha; deste ordem para que eu seja salvo, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
4Livra-me, Deus meu, da mão do ímpio, do poder do homem injusto e cruel,
5Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade.
6Em ti me tenho apoiado desde que nasci; tu és aquele que me tiraste das entranhas de minha mãe. O meu louvor será teu constantemente.
7Sou para muitos um assombro, mas tu és o meu refúgio forte.
8A minha boca se enche do teu louvor e da tua glória continuamente.
9Não me enjeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se forem acabando as minhas forças.
10Porque os meus inimigos falam de mim, e os que espreitam a minha vida consultam juntos,
11dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
12Ó Deus, não te alongues de mim; meu Deus, apressa-te em socorrer-me.
13Sejam envergonhados e consumidos os meus adversários; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal.
14Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais.
15A minha boca falará da tua justiça e da tua salvação todo o dia, posto que não conheça a sua grandeza.
16Virei na força do Senhor Deus; farei menção da tua justiça, da tua tão somente.
17Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas.
18Agora, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros.
19A tua justiça, ó Deus, atinge os altos céus; tu tens feito grandes coisas; ó Deus, quem é semelhante a ti?
20Tu, que me fizeste ver muitas e penosas tribulações, de novo me restituirás a vida, e de novo me tirarás dos abismos da terra.
21Aumentarás a minha grandeza, e de novo me consolarás.
22Também eu te louvarei ao som do saltério, pela tua fidelidade, ó meu Deus; cantar-te-ei ao som da harpa, ó Santo de Israel.
23Os meus lábios exultarão quando eu cantar os teus louvores, assim como a minha alma, que tu remiste.
24Também a minha língua falará da tua justiça o dia todo; pois estão envergonhados e confundidos aqueles que procuram o meu mal.
domingo, 6 de novembro de 2011
SERÁ QUE DEUS REALMENTE EXISTE...?
Salmos 79
1Ó Deus, as nações invadiram a tua herança; contaminaram o teu santo templo; reduziram Jerusalém a ruínas.
2Deram os cadáveres dos teus servos como pastos as aves dos céus, e a carne dos teus santos aos animais da terra.
3Derramaram o sangue deles como água ao redor de Jerusalém, e não houve quem os sepultasse.
4Somos feitos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que estão em redor de nós.
5Até quando, Senhor? Indignar-te-ás para sempre? Arderá o teu zelo como fogo?
6Derrama o teu furor sobre as nações que não te conhecem, e sobre os reinos que não invocam o teu nome;
7porque eles devoraram a Jacó, e assolaram a sua morada.
8Não te lembres contra nós das iniqüidades de nossos pais; venha depressa ao nosso encontro a tua compaixão, pois estamos muito abatidos.
9Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome; livra-nos, e perdoa os nossos pecados, por amor do teu nome.
10Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Torne-se manifesta entre as nações, ã nossa vista, a vingança do sangue derramado dos teus servos.
11Chegue ã tua presença o gemido dos presos; segundo a grandeza do teu braço, preserva aqueles que estão condenados ã morte.
12E aos nossos vizinhos, deita-lhes no regaço, setuplicadamente, a injúria com que te injuriaram, Senhor.
13Assim nós, teu povo ovelhas de teu pasto, te louvaremos eternamente; de geração em geração publicaremos os teus louvores.
1Ó Deus, as nações invadiram a tua herança; contaminaram o teu santo templo; reduziram Jerusalém a ruínas.
2Deram os cadáveres dos teus servos como pastos as aves dos céus, e a carne dos teus santos aos animais da terra.
3Derramaram o sangue deles como água ao redor de Jerusalém, e não houve quem os sepultasse.
4Somos feitos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que estão em redor de nós.
5Até quando, Senhor? Indignar-te-ás para sempre? Arderá o teu zelo como fogo?
6Derrama o teu furor sobre as nações que não te conhecem, e sobre os reinos que não invocam o teu nome;
7porque eles devoraram a Jacó, e assolaram a sua morada.
8Não te lembres contra nós das iniqüidades de nossos pais; venha depressa ao nosso encontro a tua compaixão, pois estamos muito abatidos.
9Ajuda-nos, ó Deus da nossa salvação, pela glória do teu nome; livra-nos, e perdoa os nossos pecados, por amor do teu nome.
10Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Torne-se manifesta entre as nações, ã nossa vista, a vingança do sangue derramado dos teus servos.
11Chegue ã tua presença o gemido dos presos; segundo a grandeza do teu braço, preserva aqueles que estão condenados ã morte.
12E aos nossos vizinhos, deita-lhes no regaço, setuplicadamente, a injúria com que te injuriaram, Senhor.
13Assim nós, teu povo ovelhas de teu pasto, te louvaremos eternamente; de geração em geração publicaremos os teus louvores.
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